The Carrier of the Mark by Leigh Fallon

Saturday, July 16, 2011
Esse livro foi Top 5 no Ink Pop, um site de novos escritores. Os capitulos postados mais clicados vao subindo no rank. Isso chamou atencao da HarperCollins, que fechou contrato com a autora para publicacao do livro. Eu nunca tinha visto nenhum caso assim, o qual eu tinha lido o livro. Entao foi uma experiencia diferente.

The Carrier of the Mark conta estoria de Megan, uma garota que ja morou em varios lugar,es se mudou tantas vezes que nem se lembra mais quantas. Sua mae morreu em um acidente, no qual Megan se salvou por pouco. Apos o acidente, seu pai nunca conseguiu ficar em um unico lugar. O livro inicia com Megan se mudando para Irlanda, e mais uma vez comecando tudo novo: nova casa, nova escola, novos amigos. O leitor se identifica com Megan, ela eh forte, mas possui as insegurancas de qualquer garota de 17 anos.

O garoto mais bonito e misterioso da escola - Adam, aquele que nunca da bola pra ninguem a nao ser para a familia dele, nao consegue tirar os olhos de Megan. E ela, vice versa! (hmmm, onde ja lemos isso antes?? Twilight? Sim, eh praticamente a mesma coisa). Megan fica repetindo pra ela mesma que ela nao sente nada pelo garoto, mas ela nao consegue ficar longe dele ou do assunto Adam por muito tempo.Nada esta tao perdido, afinal ele parece se comportar da mesma forma.

Eu nao quero entrar em spoilers, mas acho que eh bem obvio que a personagem principal eh a Carrier of the Mark. E o que seria isso? Vou dar uma dica: esta relacionado com os 4 elementos: agua, terra, ar e fogo. A teoria do "poder" criado pela autora eh totalmente diferente do que eu ja li, ela usa os elementos de forma criativa e interessante. 

O livro vai contar quem Megan realmente eh, a ligacao dela com o "poder", o porque ela e nao outra garota qualquer. Vai introduzir um grande inimigo, vai rolar uma ou outra batalha, e um prazo a ser cumprido. Tudo gira em torno do poder, o que faz todo sentido. Mas a autora freiou a sequencia de acontecimentos com toda a forca que ela pode! Pouquissimas coisas acontecem, quase nada eh resolvido, tudo eh empurrado para um proximo volume do livro, que eu nunca ouvi dizer que existira, mas quando voce le o livro fica obvio. Os intervalos entre os acontecimentos, ela preencheu com o dia a dia a garota: idas ao cinema, girls night out, sorvetes, lanchonetes... a vida de uma adolescente comum. Comer ou nao sorvete nao influencia no poder, nem na busca das respostas... Isso eh o que eu chamo de encher linguica, porque simplesmente nao acrescenta nada a estoria!

Resumindo: a ideia foi otima, podia ter sido uma excelente leitura, se a autora nao tivesse segurando tanto. A minha opiniao eh: escreva um livro bom, de tudo de si no primeiro volume, nao fica escondendo o jogo com objetivo de fazer uma serie. Se o livro 1 nao for bom o suficiente, ninguem vai comprar o 2!
Deixo pra voces decidirem se vale a pena ler, afinal de contas, eu sou extremamente critica. Pra mim, com certeza nao eh must read.

*Nivel de Ingles: Medio.

7 comments

  1. Claro que Não se pode entregar todo o jogo no primeiro livro, mas também não tem essa de deixar tudo para os proximos...

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  2. Pois é Livia, ando bem cansada disso!
    Ultimamente parece que os autores tem arranjado um modo de tirar dinheiro da gente: as continuações.
    Digo isso porque percebo que muita serie por ai, podia ser resolvido em apenas um ou no máximo três volumes, e querem fazer series enormes, segurando os segredos. Odeio ler o primeiro onde segredos são apresentados e no final nem 80% é resolvido. Acho que é por isso que estou pegando um certo abuso de series, exceto as que eu adoro mesmo. Por isso agora estou sempre verificando se é um livro de serie, se não for ganha 1 ponto a mais na minha escolha.
    Olha, criatividade é preciso e essencial, YA's parecem seguir a mesma receita ultimamente.

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  3. Com essa capa, pensei que era mais um livro sobre anjos :P
    Acho que vou ler, gostei da premissa da história e a capa realmente é linda!
    Yes, you can judge a book by its cover.

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  4. Ah, também acho que um livro bom, não é aquele que deixa quase todo o mistério que tem nele pra ser resolvido na sequencia do livro. Acho totalmente desnecessário. Se o autor pudesse resolver naquele volume pelo menos 80%, tudo ficaria melhor. Ou entao poderia resolver tudo, mas no volume dois, surgisse novos problemas.

    Bjs,
    Talita Ackles
    @punkreader
    http://www.punkreader.com

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  5. Amei a capa deste livro, e a resenha também, como sempre tem continuação kkkk

    Bem vamos ver quando vai chegar aqui no Brasil asuhuahs

    bjksss

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  6. Não fui com a cara dele... =(

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  7. Pelo que você disse, achei mesmo meio repetitivo... Vou colocar ele no fim da minha fila, pq estou meio saturada de livros com os mesmos fatos acontecendo over and over again... (a maioria dos YA está se repetindo muito ultimamente: tipo de romance, mesmo tipo de trama, no geral...).
    O que me chamou atenção foi a Irlanda (sou louca na Irlanda) e o tal conceito "poder" criado pela autora, quero saber o que é :P

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